Zé da Velha e Silvério Pontes | Kuarup
Zé da Velha E Silvério Pontes

Zé da Velha e Silvério Pontes

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José Alberto Rodrigues Matos – 4/4/1942 – Aracajú – Sergipe

Silvério Rocha Pontes – Laje do Muriaé – Rio de Janeiro

Duo de instrumentistas de renome no cenário musical brasileiro. José Alberto Rodrigues Matos, trombonista, nasceu em Aracaju, capital do estado de Sergipe, em 4 de abril de 1942. Estudou música e trabalhou como telegrafista. Seu pseudônimo, Zé da Velha, foi originado porque com apenas 17 anos já tocava com os mestres Pixinguinha, Donga e João da Bahiana no conjunto da Velha-Guarda antes da extinção do grupo, em 1958. De Zé da Velha Guarda ficou somente Zé da Velha. Silvério Rocha Pontes, compositor e instrumentista, filho de trompetista, nasceu na cidade de Laje do Muriaé, no Rio de Janeiro.

Ganhou o primeiro trompete aos oito anos e logo depois ingressou na Lira da Esperança, banda de música de sua cidade. Aos 17 anos, mudou-se para Niterói, passando a tocar nos bares da cidade. No início dos anos 80 formaram a dupla Zé da Velha e Silvério Pontes. Em 1995 a dupla lançou Só Gafieira, o primeiro disco pela gravadora Kuarup. No ano de 1998 a dupla lançou o CD Tudo Dança — Choros, Maxixes, Sambas, trazendo faixas como Bole Bole (Jacob do Bandolim), O Bom Filho a Casa Torna (Bonfiglio de Oliveira) e Pra Machucar Meu Coração (Ary Barroso).

Ao final de 2000, a dupla lançou o terceiro CD, Ele e Eu, o segundo trabalho pela Kuarup com repertório de choros e sambas. No disco gravaram melodias como Voltei ao Meu Lugar (Ivan Paulo da Silva) com a participação especial de Francis Hime ao piano, Ele e Eu (Pixinguinha e Benedito Lacerda), Cordas de Aço (Cartola), Carioquinha (Waldir Azevedo), Alvorada (Cartola, Carlos Cachaça e Hermínio Bello de Carvalho) e Pecado Capital de Paulinho da Viola, entre outros. A festa e o show de lançamento do CD foram realizados na Fundição Progresso, na Lapa, bairro da capital carioca. Em 2002, a dupla apresentou-se no Evento Instituto Ambiental Biosfera, na praça do Lido, no Rio de Janeiro e no Teatro Municipal de Niterói com o show Samba Instrumental com as participações especiais de Rildo Hora, Dona Ivone Lara e Luiz Melodia.

O show gerou o primeiro disco ao vivo da dupla. Neste mesmo ano, participaram do projeto Quintas no BNDES, na ocasião, receberam como convidado o gaitista Rildo Hora. Ao lado de Guinga, Altamiro Carrilho e Turíbio Santos, entre outros, foram uma das atrações especiais do Festival Rio Choro, apresentado no Espaço Cultural Sérgio Porto, no Humaitá, zona sul do Rio de Janeiro. Em 2003, pela gravadora Niterói Discos, a dupla lançou o primeiro disco ao vivo, Samba Instrumental, tocando canções como Escurinho (Geraldo Pereira) com participação especial de Luiz Melodia, Alguém me Avisou (Dona Ivone Lara) com a participação da compositora, Folhas Secas (Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito), participação especial de Zé Paulo Becker, Ao Pés da Cruz (Marino Pinto e Zé Gonçalves) e Louco (Wilson Baptista e Henrique Almeida), ambas com a participação especial de Rildo Hora.

No CD também foram incluídas Vou Deitar e Rolar (Baden Powell e Paulo César Pinheiro), Aos Meninos da Mangueira (Rildo Hora e Sérgio Cabral) e Da Cor do Pecado, de Bororó, entre outras. Em 2005, ao lado do grupo Época de Ouro, Orquestra de Música Popular Villa-Lobos, Nó Em Pingo D’Água, Joel Nascimento, Altamiro Carrilho e Ademilde Fonseca, apresentaram-se no evento Na Cadência do Choro, no Circo Voador, no Rio de Janeiro.

 

Fonte: Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira

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